sábado, 12 de junho de 2010

Plano da Aula/Oficina executado pelas alunas Luztânia e Maria Nilva

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Faculdade de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Disciplina: Estágio II
Pôlo: Uruana - GO
Professora Orientadora: Flávia Cirqueira
Alunas: Luztânia S. O. Silva
Maria Nilva G. Silva

PLANO DE AULA/OFICINA
1 - IDENTIFICAÇÃO:
Disciplina: Geografia
Escola: Colégio Estadual Virgílio do Vale
Público Alvo: alunos da EJA ( 7º ano )
Professor da Turma: Maria Edilamar
Número de alunos: 22 Obs.: mas pode variar entre 08, 10, 12, dependendo das faltas.
Faixa Etária: 20 a 58 anos
Carga Horária: 2 horas aulas
Estagiárias responsáveis pela aula/Oficina: Luztânia S. Oliveira
Maria Nilva. G. Silva
2 - EMENTA:
Oficina de confecção de mapas que representem a cultura da região norte, com destaque as manifestações artísticas da região, como: pintura corporal, escultura, cerâmica, cestaria e arte plumária.
3 - JUSTIFICATIVA:
A oficina desenvolvida neste projeto tem como objetivo a confecção de mapas da região norte que localiza por Estados as manifestações artísticas dos grupos indígenas da região, como pintura corporal, escultura, cerâmica, cestaria e arte plumária, proporcionando aos alunos (as) conhecer e edentificar as riquezas culturais dos povos indígenas que habitam a região, além de mostrar aos mesmos a localização das manifestações artísticas através de legendas.
4 - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Confecção do Mapa da Região Norte, dividida por Estados.
- Colagem de figuras que representam as manifestações artísticas dos povos indígenas por Estado ( Amazonas, Acre, Pará, Roraina, Rondônia, Amapá, Tocantins ), como: pintura corporal, escultura, cerâmica, cestaria e arte plumária.
- Criação de Legendas ( por Estados ) para a identificação da localização das manifestações artísticas indígenas.
5 - OBJETIVOS:
5.1. Objetivo Geral:
- Despertar a criatividade, através da confecção de mapas da região norte do Brasil e da colagem de figuras que representam as manifestações artísticas indígenas e despertar a curiosidade e reflexão sobre a diversidade cultural dos povos indígenas de cada Estado da Região Norte, com suas semelhanças e diferenças.
5.2. Objetivos Específicos:
- Confeccionar o mapa político da Região Norte.
- Colar nos mapas confeccionados figuras que representam as manifestações artísticas dos povos indígenas da Região Norte, em seus respectivos Estados.
- Criar as Legendas que identificam por Estados as manifestações artísticas desenvolvidas pelo povos indígenas.
- Refletir sobre a diversidade cultural indígena na região norte do Brasil.
6 - METODOLOGIA:
- Aula Espositiva.
- Trabalho em Grupo: - Confecção de mapas da Região Norte;
- Colagem de figuras relacionadas as manifestações culturais indígenas ( pintura corporal, escultura, cerâmica, cestaria e arte plumária ).
- Criação de Legendas, atraves de desenhos ou colagens.
7 - RECURSOS DIDÁTICOS:
- Mapas, papel celofone ou transparente, papel carbono, Papel Cartão, figuras sobre a cultura indígena, tesouras, cola, canetinhas de várias cores.
8 - DESENVOLVIMENTO:
1 - Explicação do trabalho a ser desenvolvido;
2 - Verificação dos conhecimentos dos mesmos sobre o assunto a ser trabalhado;
3 - Divisão da turma em cinco grupos;
4 - Entrega aos grupos os materiais para a execução para a execução da oficina;
Grupo 1 - Pintura Corporal.
Grupo 1 - Escultura Indígena.
Grupo 3 - Cerâmica Indígena.
Grupo 4 - Cestaria Indígena
Grupo 5 - Arte Plumária Indígena.
5 - Confecção dos Mapas. Os alunos receberão papel cartão, onde riscarão os mapas.
6 - Colagens de figuras que representam as manifestações artísticas indígenas por Estados.
Após a colagem e observação das figuras, o grupo utilizando canetinhas de diversas cores deverão criar sinais, linhas, traçados, etc, para diferenciar os Estados na Legenda;
7 - Criação da Legenda;
8 - Apresentação do Trabalho proposto;
9 - Avaliação do grupo em relação ao trabalho executado.
9 - Como critério serão considerados os índices de envolvimento dos alunos (as) na atividade, o empenho em participar, as dificuldades encontradas na confecção dos mapas e as reflexões feitas pelo grupo ao apresentar o trabalho em relação a diversidade cultural existente entre os diversos grupos indígenas na Região Norte.
9 - FONTES DE PESQUISA:

Começando o Estágio II - Observação da Sala de Aula

Nesse momento do Estágio II, orientadas pela prof. Flávia da UFG, começamos o nosso Estágio de observação da sala de aula. Antes, elaboramos o nosso Plano de Ação, com Cronograma/Planejamento.
O grupo foi alterado em tamanho, pois tivemos a felicidade de ganhar mais uma colega, a nossa querida Girlene. No entanto, para estagiarmos, tivemos que dividir o grupo pois a faculdade não permitiu a formação de grupos com mais de três pessoas. Formamos assim duas duplas.
Este primeiro momento foi executado no mês de abril.
A nossa supervisora do Estágio foi a prof. Valdênia que nos auxiliou durante todo o processo. Mostrou ser uma pessoa de extrema dinamicidade, estando sempre a nossa disposição.
Como os horários das disciplinas de Artes não batiam com o nosso tempo, pois trabalhamos durante o dia, foi necessário estagiarmos em outra disciplina, no turno Noturno, na EJA.
Assim, nós ( Luztânia e Maria Nilva ), fomos estagiar na disciplina de Geografia, no 7º ano e as alunas Cedma e Girlene, foram estagiar na disciplina de História, 5º ano, também na EJA.
Estagiamos com a prof. Maria Edilamar, formada em Geografia e que trabalha com as disciplinas de Geografia e História.
Nesta etapa fizemos as seguites observações:
- observação da sala como um todo: ambiente arquitetônico, mobília, ventilação, materiais didáticos, nº de alunos. Anotações da visualidade da sala de aula.
- Observação dos alunos em relação a conduta, comportamento ( no agir, no sentar, etc ) e participação durante a aula.
- Observação se a sala se divide em territórios de diferentes grupos.
- Observação do grau de atenção dos rapazes e moças, o que desperta ( assunto ) mais a atenção dos dois grupos durante as explicações da professora.
- Observação das dinâmicas executadas pela professora.
- Empatia entre docente e discentes.
- Linguagem usada.
- Envolvimento dos alunos.
Alunas Cedma e Girlene
Observando o ambiente da sala de aula



Alunas Luztânia e Maria Nilva com a prof. Maria Edilamar



O ambiente arquitetônico é simples, mas é aconchegante e bem organizado.


A prof. possui um domínio muito grande do conteúdo. Como recurso didático, a mesma utilizou dois mapas, além de fazer desenhos no quadro parar complementar as explicações.
A turma é formada por 22 alunos. Neste dia contávamos apenas com 10 alunos.
A conduta e comportamento foi muito boa, prestando atenção a aula, fazendo perguntas sobre o que não entendiam.
A empatia entre professora e alunos é muito grande. A mesma possui um domínio muito grande da sala.
Nota-se a presença de uma criança na sala de aula, pois os pais para poderem estudar necessitam levar o filho. No entanto, o mesmo não atrapanha o andamento da sala, e sim participa no que consegue. É um encanto de criança.

Outras observações foram feitas enquanto estagiamos.
No dia 22 de abril aconteceu a Votação para a renovação do Conselho Escolar e a entrega de boletins em que os alunos e pais participaram. A pauta do dia foi feita pela diretora Marciane Periera.

A comunidade escolar se reuniu no refeitório da escola
Nós estagiárias com a prof. Maria Edilamar presenciando o momento da votação para a renovação do Conselho Escolar.

O segundo dia de observação em Sala de aula.
A prof. apresenta uma empatia muito grande com seus alunos. Em todos os momentos de explicação, relacionou o conteúdo, imagens e palavras com exemplos do dia a dia dos alunos. Enfatizava sempre a importância do ato de leitura, a necessidade da percepção para se fazer uma leitura de mundo a partir da realidade em que os mesmos vivem e se relacionam.

Os alunos na fila do lanche.
A merendeira dona Irene preparou neste dia uma deliciosa galinhada. É uma simpatia de senhora.
Aconteceu neste dia um momento celebrativo, realizado por alguns integrantes da Igreja " Fonte da Vida " que fizeram um momento de oração com os alunos, destacando a questão do relacionamento com o outro e com Deus. Os alunos participaram bem do momento celebrativo.

Com a nossa supervisora do Estágio.

Vários foram os obstáculos encontrados, pois o tempo que dispomos é pequeno. No entanto fomos capazes de driblar o tempo para a realização deste estágio de observação. Aprendemos muito, o que será de grande validade para a nossa prática educativa.


















































































































































































sexta-feira, 11 de junho de 2010

Malabaristas na Arte Educação

Todos que fazem parte da equipe desta escola representam verdadeiros malabaristas na arte educação no precesso ensino aprendizagem, pois a escola recebe alunos de um poder aquisitivo muito baixo, além de apresentar diferentes problemas e dificuldades ( familiares, aprendizagem, etc), no entanto agem com seriedade na busca de transformações, na busca de propiciar meios que dê a esses jovens um novo horizonte de dignidade, de se sentir cidadãos capazes de transformar o meio onde atuam, com deveres e também direitos.


Conhecer esses alunos no ambiente de aula, de recreio, foi fantástico, pois deu para observar o quanto são carinhosos, carentes, agéis e espertos. Estão sempre pedindo abraços. E as brincadeiras, que interessante ! Os meninos gostam de agilidade, de brincadeiras que os fazem correr, de derrubar o outro. Os funcionários precisam estar atentos. Já as meninas são em sua maioria mais calmas, gostam de pular corda, de pular amarelinha e queimada.



Para nós estagiárias, a experiência representou um estar dentro de um processo que não conhecíamos, mas que despertou para a necessidade de nos colocar a serviço do processo ensino aprendizagem, capaz de gerar mudanças, de produzir uma formação para o pensar e outra para o fazer.
Ficou claro, conhecendo a realidade da escola, que é necessário lutar por políticas educacionais compromissadas com as necessidades da educação, principalmente às carências que os alunos das escolas públicas apresentam.


Impressões da experiência do Estágio I


De acordo com as palavras da prof. Lêda e Prof. Ronaldo " o caminho se faz ao caminhar". Assim foi o Estágio I que realizamos na Escola Estadual Virgílio do Vale, em que o nosso caminhar para desenvolver o processo do Estágio proposto, nos fez estar em sintonia, enquanto equipe para realizarmos o caminho proposto.
O caminhar foi construído gradativamente, pois ao adentrarmos na escola, apesar de não conhecê-la em sua organização interna, nos sentimos como parte desta unidade escolar, pois fomos acolhidos com muito carinho, tanto pelo corpo docente quanto discente.


Em um primeiro momento, conhecemos parte da equipe de funcionários, cada qual com a sua maneira de ser, mas que nos deixou o calor humano da recepção. A escola é mediana em seu tamanho e de muita modéstia em sua estrutura arquitetônica, no entanto foi super gratificante sentir o orgulho dos membros desta escola por esta escola.








Conhecendo o ambiente interno da escola





Alunos no momento da merenda


Momento de recreação

Momento do lanche



Entrada da Escola

Nós estagiárias com a Diretora Marciane

Nós estagiárias com a nossa coordenadora do Estágio prof. Valdênia

Laboratório de informática com dez computadores

Acompanhando um projeto executado pelo Instituto Federal Goiano
Ceres-GO

Alunos do 9º ano

Acompanhando a execução do Projeto pelo IFG, juntamente com a prof. Virgínia
.

Alunas do Ensino Fundamental - Período Integral

Acompanhando execução do projeto pelo IFG.
























































O trilhar do nosso Estágio

O trilhar do nosso Estágio teve início no Estágio I, com a prof. Adriene que nos orientou durante o percurso de conhecimento do território externo e interno de atuação de toda a comunidade que participa da vida da Escola Estadual Virgílio do Vale.
Assim, o grande momento chegou, de conhecermos o território e levantar dados da nossa área de atuação. Fizemos o mapeamento do território da escola em que estariamos estagiando. Foi interessante e enriquecedor o processo, pois elabaloramos mapas de informações sobre o cenário educacional da escola em destaque.

A Escola Estadual Virgílio do Vale está localizada na cidade de Ceres, na Av. Brasil, no Setor Nova Vila.
A escola atende alunos do 1º ao 9 º ano do Ensino Fundamental, a partir de 06 anos de idade, sendo:
- 1º ao 5º ano: período integral na escola ( matutino e vespertino )
- 6º ao 7º ano: período vespertino
- 8º ao 9º ano: Matutino
- EJA: Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano ( idade entre 15 e 70 anos ou mais )

A Escola Virgílio do Vale está localizada em uma área que possui várias unidades escolares, como:
Setor Nova Vila: Colégio Virgílio do Vale
Vila São Patrício: Colégio São Tomaz de Aquino
Vila Verde: CSA ( PET )
Conjunto Morada Verde: - Col. Est. Domingos Mendes da Silva, FACERES, UEG.
A mesma, além de receber alunos dos setores mencionados, atende alunos da EJA de toda a cidade, além de cidades vizinhas, como: Rialma, Santa Isabel, Castrinópolis .
A Escola é Estadual, além de ser uma escola inclusiva. Recebe recursos financeiros do Pró-Escola, campanhas promovidas pelos professores e ações da comunidade.


Os alunos percorrem um caminho distante para chegar ao seu destino: a escola.
Atualmente a escola é dirigida pela prof. Marciane Pereira Ribeiro.